Pages

Mostrar mensagens com a etiqueta Viagens. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Viagens. Mostrar todas as mensagens

sábado, 19 de maio de 2012

All Garve


Este blog tem andado ao abandono. Cheio de pó e teias de aranha, cá anda ao sabor dos poucos bocadinhos que tenho para escrever. Ainda bem que não faço disto o meu ganha pão, senão estaria neste momento a passar muita fominha.

Parece que foi ontem, mas no passado mês de Abril celebrámos um ano de casamento. Bodas de papel diz quem percebe desta coisa de protocolos de celebrações. Inicialmente tinhamos planeado uma coisa em grande: iriamos viajar até Singapura e Bali mas por uma muito boa razão tivemos de adiar a viagem. Mas acabámos por ter um dia muito bom na mesma, com bastante significado.

Fomos até Lagos, (re)visitar a cidade onde fizemos a nossa primeira viagem juntos. Éramos jovens e com pouco dinheiro, por isso o alojamento mudou um pouco desde esses tempos idos: trocamos a nossa pequena (muito pequena) tenda pelo Tivoli Lagos, e as latas de atum pelo peixe fresco dos restaurantes.

Daqui em 2003...
.

... para aqui em 2012!




Metemo-nos à estrada, rumo à A2 sentido Sul, e o caminho foi todo feito practicamente sem trânsito, com muitos poucos carros quer num sentido quer noutro - fenómeno fácilmente explicável pelo preço exorbitante das portagens, Depois de uma pequena aventura pelas ruas estreitas de Lagos, lá encontrámos o nosso hotel, lá largámos a nossa pouca bagagem e fomos até à Meia Praia, onde soube tão bem sentir a areia quente debaixo dos pés, o ar do mar a entrar pelos pulmões e o sol a tostar a nossa pele sequiosa de vitamina D.

Eramos só nós e os ingleses (e alguns alemães), apanhámos um bom sol, comemos boa comida…descansámos e aproveitámos a companhia um do outro. E pagámos uma fortuna em portagens e gasolina obviamente (sou só eu que acho estes preços um escandâlo?)!

Que venham muitos mais assim!










sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Day Twenty Six - Close Up

Eu sou do género de turista que compra o guia turistico com antecedência suficiente para planear ao pormenor as minhas viagens. E cada guia é um troféu, uma lembrança, um bocadinho de uma experiência boa que fica guardado na minha estante. E aqui fica um "close-up", um porção desses troféus, com alguns dos guias que me ajudaram a planear boas recordações.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Windy City

Chicago é suposto ser a Cidade Ventosa, graças aos ventos caracteristicos causados pela proximidade com o imenso Lago Michigan (que parece nunca mais acabar visto do avião, uma imensa massa de água que mais parece um oceano, fazendo juz à sua fama por ser a segunda maior massa de água doce do mundo. Mas foi pouco ou mesmo nenhum o vento que apanhámos. Em vez disso, sol e temperaturas a rondar os vinte e muitos fizeram com que após uma semana de calor fora de época em Londres, o nosso Verão fosse extendido por mais uma semana de calor fora de época em Chicago.


Embora sendo terceira maior cidade dos EUA, mesmo assim é notória a diferença entre Chicago e Nova Iorque: menos pessoas, menos confusão, mais descontração,mais sorrisos, mas ao mesmo tempo parece que falta um pouco do tão caracteristico buzz da cidade que nunca dorme, em que há sempre alguma coisa de interessante a acontecer.

Mas eu gostei bastante de Chicago por isso mesmo, por ter um personalidade própria, e aquilo que muita gente apelida de estéril, eu achei intrigante e relaxante. Mas a razão pela qual eu gostei tanto da capital do estado do Illinois foi a sua arquitectura: prédios modernos ladeados por exemplos magníficos de art deco fazem com que esta cidade seja um belo exemplo da arquitectura moderna. Isso e as suas ruas largas, praças e o lago mesmo ali a lado transmitem uma sensação de espaco, de liberdade, que não senti tanto em NY.


E as esculturas modernas? Fantasticas, desde Picasso ao fabuloso “Feijao” de Anish Kapur - sem dúvida uma das minhas coisas preferidas em Chicago.

Aqui ficam algumas fotos da cidade onde Al Capone fez história (tinha de referir isto, certo?)


Water Tower @Magnificent Mile 

 Wrigley Building @Magnificent Mile




The Bean @Millennium Park

L (Elevated) Train

Debaixo do L Train 



@ Millennium Park
 @Museu de Arte Moderna

 @Magnificent Mile

 @Magnificent Mile












Wayne Enterprises?

Macy's

 Wrigley Building by night

Chicago Tribune Building

 @Bank of America Marathon of Chicago

@Bank of America Marathon of Chicago


 
@Oak Street Beach

 @Oak Street Beach

 

 @Chinatown

 John Hancok Centre visto do Lake Michigan

Willis Tower vista do Lake Michigan


 Vista da Willis Tower
@Field Museum





quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Day Thirteen: You With 13 Things

Odeio fazer malas. Pensar no que vou precisar, de como vai estar o tempo, se preciso de um casaco mais grosso, que líquidos levar, como encaixar tudo o que preciso, ou penso precisar, em tão pouco espaço.

Mas fazer malas é sinónimo de aventura, de conhecer algo novo ou reencontrar algo familiar. É sinónimo de tempo livre e longe da secretária, é sinónimo de descanso e de sorrisos e de sol a brilhar (ainda que chova). É a promessa de gargalhadas, de descobrir algo que não conhecia, ou nunca tinha reparado antes.

Eu adoro viajar, e se tivesse tempo e dinheiro fazia disso uma profissão. Mas não gosto de fazer malas, e pior que isso, odeio desfazê-las porque é sinal que estou de volta à vida real, ao mundo das 9h às 6h, ao ter que ir para a cama porque amanhã é dia de trabalho e não porque estou cansada devido a um dia bem passado. É sinal de voltar à terra e às responsabilidades, ao mundo tal como ele é e não como eu gostaria que fosse.

Por isso a minha foto com treze coisas (mais que treze pois claro, porque isto de passar uma semana noutro continente requer alguma tralha) é da minha mala de viagem, ainda cheia da viagem que acabou hoje, mas que ficará para sempre guardada como mais uma bela experiência e memória.

E eu estou lá na foto, é só procurar!


domingo, 8 de maio de 2011

Island in the Sun

Sempre disse que sou uma pessoa que prefere viajar para cidades. Adoro cidades com historia, com cultura, em que nos podemos perder a cada esquina em detalhes da vida de um país. Amo! Sempre disse que destinos de praia não senhor, que para isso ia para o meu país e banhar-me nas aguas geladinhas do Atlântico.
Mas para lua de mel queríamos algo diferente. Algo onde podéssemos relaxar após meses de preparativos. Onde podéssemos fazer o que nos apetecesse, ou seja nada. Por isso agora tenho de voltar atrás e dizer que, cidades sim senhora, ainda são o meu destino de férias favorito, mas ir assim a uma ilha paradísiaca de vez em quando não calha nada mal! Por isso dou comigo já a tentar procurar o próximo destino de férias deste tipo, embora tudo possa nunca passar da fase da pesquisa, dado o valor que é preciso dispender para este tipo de férias...enfim, sonhar nunca fez mal a ninguém, pelo contrário!

Uma semaninha no paraiso. Eu sei que isto soa a lugar comum, roça até o azeiteiro, mas foi isso mesmo que foi. As águas quentes, o pêr do sol maravilhoso, a comida fantástica, as cores vibrantes, a fauna exótica e maravilhosa (excepto as osgas, eu odeio osgas!!!). Foi tudo fantástico! Acho que pela primeira vez em toda a minha vida acordei de bom grado cedo, para tomar o pequeno almoço que já esperava por nós, naquela esplanada à beira mar, para depois descansar um pouco nas cadeiras de praia antes de nadar com os peixes naquele mar de um azul tão imenso. Fica no coração por um momento muito feliz na minha vida, e pela beleza natural daquela ilha no meio do Índico.

Em "Casablanca" eles iriam sempre ter Paris. Nós iremos sempre ter Meeru!