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quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Back to Black


Ora cá estou de volta a Londres. Depois de duas semanas de chuvinha em Portugal (pelo menos as temperaturas estavam bem mais altas que aqui), estou de volta ao chá, aos autocarros de dois andares, ao oyster card, ao conjunto gorro-cachecol-barrete, e ao anoitecer por volta das 16.30 (embora agora ja seja mais as 16.45).

Para trás ficam duas semanas de emoções fortes: o primeiro Natal celebrado na minha querida casinha; um fim de semana relaxante em muito boa companhia na Curia, onde me dividi entre saunas, banhos turcos, piscina interior aquecida, jacuzzi e massagens (ah...e as misteriosas banheiras de água gelada vs água a escaldar, que ainda não compreendo..); o mar de Sesimbra tão revolto que não me podia aproximar do muro da marginal; uma passagem de ano maravilhosa, finalmente com as minhas fofanelas (embora faltassem algumas...); e ver o meu Benfica ganhar e bem ao um clubeco do norte; entre outras...
E como sempre rever a família e os amigos, embora o tempo seja sempre pouco para a vontade que tenho de estar com todos vocês!


A nossa árvore de Natal portuguesa



Curia

Catedral

Meus amigos que me lêem, um Feliz 2010 para todos e que as vossas desejos e resoluções se concretizem!

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

I know where it goes, do you?

Mais publicidade inglesa a recorrer à nossa linda cidade. Eu sei onde vai dar e tenho saudades de me perder nela!







quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Step by Step

Estava eu a ver um programa qualquer daqueles fantásticos na TV inglesa, quando na pausa para compromissos comerciais vi o seguinte anúncio (inglês para uma marca inglesa):



Reconhecem?

Ahhh o quentinho na barriga, a lágrima teimosa a querer saltar do olho, a famosa saudade...é a Lisboa que eu amo!

domingo, 5 de outubro de 2008

Anarchy In The UK

Sabemos que o punk rock já não é o que era quando vemos Johnny Rotten dos Sex Pistols a fazer anúncios a manteiga na televisão.



segunda-feira, 18 de agosto de 2008

terça-feira, 24 de junho de 2008

Gorilla Ad

À uns tempos, estava eu a ver um canal de TV inglês, quando surgiu algo no écran tão diferente do habitual que não consegui discernir logo de imediato se seria um anúncio ou um programa. O som era de uma música qualquer lamechas do Phil Collins (pronto, eu sei que são todas lamechas) e na imagem estava um grande plano do rosto de um gorila, em frente a um fundo azul/roxo. O gorila parecia estar a apreciar a música, quase que a "senti-la", e quando a parte mais acelerada da canção começou, o meu amigo gorila desatou a tocar bateria como gente grande. Foram 90 segundos disto, em que a única menção à marca anunciada se resumiu a um packshot de 5 segundos no final. Quando vi isto pela primeira vez, pensei "mas que raio?!". Infelizmente estava sozinha, não podendo confirmar com ninguém se tinha visto ou sonhado com tal coisa. Mas, no dia seguinte, toda a gente falava disso no emprego. Em breve se tornou um exemplo em todas as malfadadas reuniões a que vou, e os resultados para a marca anunciada foram fantásticos. Era um anúncio, portanto. Um anuncio que deita por terra (quase) todas as regras da publicidade, mas será que não estará a contribuir para o objectivo final de qualquer anúncio, que é fazer comprar? Os críticos são muitos, como em tudo o que é diferente, os defensores também são bastantes, como também seria de prever. O que é certo, é que o anúncio do gorila (como ficou conhecido) esteve, e ainda está, na boca do mundo, publicitário e não só.
Este fim de semana a agência publicitária que criou o anúncio (Fallon UK) arrecadou o Grand Prix no conceituado festival de Cannes por esta peça.

Alguém adivinha qual é o anunciante?

Pois vejam:


Depois do sucesso do Gorila a mesma agência criou a sequela: Trucks. Pessoalmente, prefiro a banda sonora da sequela. Mas embora conte com uma produção mais elaborada acho que não está à altura da primeira peça. Em grande parte por falta do elemento surpresa: quando vi a sequela pela primeira vez não fiquei a achar que estava tudo doido.

Aqui fica também a sequela: